A “Morte” no Tarot

Acho que um dos aprendizados mais interessantes quando tive um brevemente conhecimento sobre o tarot, foi enxergar a morte de outra forma.

Diferente do conceito comum que conhecemos da palavra, a morte sempre é vista como o fim absoluto. O encerramento pra sempre de algo. Mas no tarot a morte é interpretada como o Renascimento ou Transformação.


Quando essa carta é tirada ela pode simbolizar muitas coisas dependendo das outras cartas. Uma das principais mensagens, é que será preciso ter uma fase de transformação e assim haver um renascimento para um novo ciclo na vida da pessoa. Ou até mesmo, simboliza que a pessoa vai passar por um momento de transformação para iniciar o tal renascimento.

Esse período de transformação pode ser a superação de algum mal do passado, o aprendizado de uma fase ruim que está passando na vida, superação de algum carma ruim que esteja preso ou até mesmo simbolizar a colheita de bons frutos depois de uma fase ruim na vida (como disse antes, a mensagem pode sofrer alterações dependendo das outras cartas que estiverem por perto).

Por causa disso essa carta é sempre muito temida pela maioria das pessoas por acharem ela totalmente ruim, mas eu vejo de outra forma! Na minha percepção a carta da Morte é tipo “passar de nível”, como num jogo. É pular para a próxima etapa. Evoluir para os próximos passos. É só mais uma fase que precisamos passar para evoluir e amadurecer na vida. Aprender com os erros ou experiências, para iniciar novos ciclos e ser mais consciente e resistente no futuro.

Claro, essas fases nem sempre são boas de vivenciar, mas pelo menos ela da um pouco alívio por ser passageira e saber que vai ter algo melhor esperando lá na frente. Só que né? passageira apenas se a lição ou a transformação for concluída. Se esse não for o caso, é provável que fique num ciclo vicioso até rolar a transformação. Então é preciso saber analisar algumas ações repetitivas que possa estar tendo, e que provavelmente está te deixando estagnando e travado pra seguir em frente.

Viu só? não é de todo ruim 🤭.


E é curioso quando adotamos essa visão no nosso dia-a-dia, de alguma forma passamos a ver os “fins” também como “inícios”. E que algumas transformações podem acontecer durante uma relação ou um momento de vida… nem sempre precisa de fato finalizar algo pra ter a evolução. A “morte” pode ocorrer dentro de uma situação ou vivência.

Além disso, é interessante ver como que a vida é feita de ciclos constantes. A própria vida em si é um grande ciclo com acontecimentos paralelos dentro dele. Mas enfim, não vou me aprofundar muito nisso senão vou começar a questionar a minha própria existência hahaha.

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